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Vinho caro é realmente melhor?
Às cegas, o vinho perde o status e recupera a taça. O que existe entre preço, prestígio e qualidade na taça. Imagine duas taças diante de você. Em uma, um vinho de R$ 150. Na outra, um vinho de R$ 1.500. Você conhece os preços. A pergunta é: você ainda está provando apenas o vinho? Antes mesmo do primeiro gole, alguma coisa já aconteceu. * O nome do produtor. * A região. * A safra. * A denominação. * Uma pontuação. * Uma história que você ouviu. * E, inevitavelmente, o preço.

Michelle Barros
23 de ago.0 min de leitura


Por que cada região italiana parece um país diferente
Antes de existir uma Itália, existiam muitas Itálias. Durante séculos, o território que hoje conhecemos como Itália foi formado por reinos, ducados, repúblicas e Estados independentes. Cada um desenvolveu sua própria maneira de falar, cozinhar, construir, cultivar e viver. A unificação criou um país. Mas não apagou suas identidades. Ainda hoje, atravessar uma fronteira regional italiana pode significar encontrar outra arquitetura, outros ingredientes, outros dialetos, outros

Michelle Barros
14 de ago.0 min de leitura


Por que alguns dos melhores vinhos italianos nunca chegam até você?
Quem cuida do vinho antes da taça? Há uma ideia muito difundida no mundo do vinho: quanto mais famoso o rótulo, maior a sua qualidade. Na Itália, essa lógica nem sempre funciona. Alguns dos vinhos mais interessantes que já encontrei pertencem a produtores que dificilmente aparecerão em campanhas publicitárias, rankings internacionais ou grandes redes de distribuição. Não porque lhes falte qualidade. Mas porque nunca produziram pensando em escala. Enquanto parte do mercado bus

Michelle Barros
7 de ago.0 min de leitura


Os Tesouros Ocultos dos Vinhos Italianos Sete Castas Autóctones que Você Precisa Conhecer
Sete castas autóctones que revelam uma Itália menos conhecida — e talvez ainda mais fascinante. Sete castas autóctones que revelam uma Itália menos conhecida — e talvez ainda mais fascinante.Quando falamos em vinho italiano, alguns nomes surgem quase automaticamente. Sangiovese, Nebbiolo e Pinot Grigio tornaram-se embaixadores naturais do país, presentes nas cartas dos restaurantes, nas prateleiras e nos cursos de vinho ao redor do mundo. Mas essa é apenas uma pequena parte d

Michelle Barros
31 de jul.0 min de leitura
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